O que Guaraci compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Guaraci compraram US$ 1,18 milhão de outros países. É 31% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 899,5 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 441 cidades de São Paulo que importaram, Guaraci ficou em 251º lugar. No Brasil, em 1.247º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Adubos minerais ou químicos, azotados2.000 toneladasUS$ 985,9 mil83%
- 2Adubos minerais ou químicos, contendo dois ou três dos seguintes…300 toneladasUS$ 195,4 mil17%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2025US$ 1,09 milhão
- 2026 (até setembro)US$ 985,9 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Guaraci
Quanto Guaraci importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Guaraci (SP) compraram US$ 1,18 milhão de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Guaraci mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Adubos minerais ou químicos, azotados (83%), Adubos minerais ou químicos, contendo dois ou três dos seguintes… (17%).
De quais países Guaraci mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (83%), Marrocos (17%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.